O marketing político é uma das ferramentas de persuasão mais poderosas de que se tem notícia. Quando utilizado adequadamente, possui a incrível capacidade de transformar meros desconhecidos em seres acima da média, dotados de uma empatia que cativa até mesmo os mais céticos.
Foi graças a uma estratégia de marketing político bem sucedida que o Brasil elegeu Lula em 2002, o candidato de “esquerda” que conquistou votos indecisos com uma imagem serena e discursos conciliadores.
Nos Estados Unidos, o clamor por mudança que marcou o processo eleitoral do ano passado não teria tido o peso que teve se não houvessem marqueteiros trabalhando exaustivamente para personificá-lo no então candidato Barack Obama, que procurou seguir a risca as determinações do comando da campanha:
